Lula mantém liderança, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury avançam na pesquisa Quaest
A pesquisa presidencial Quaest divulgada em 2 de setembro aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança com 37% das intenções de voto no primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 30%, enquanto o escritor Augusto Cury (Avante) conquistou a terceira posição, alcançando 10%. Este levantamento é o primeiro a registrar a reação dos eleitores após as sabatinas realizadas pela TV Globo, que abordaram temas importantes como as investigações envolvendo o Caso Master e os inquéritos da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
O crescimento de Augusto Cury foi expressivo, saltando de 2% para 10% nas intenções de voto, especialmente impulsionado pelos eleitores independentes. Essa evolução colocou o escritor à frente do candidato Renan Santos (Missão), consolidando sua posição entre os presidenciáveis mais bem posicionados.
Propostas de Cury e contexto das sabatinas na TV Globo
Durante a sabatina na TV Globo, Cury apresentou propostas que incluem a criação de 10 milhões de microempresas para conter o aumento da dívida pública, a revisão dos cargos comissionados e uma taxação mínima de 50% sobre as apostas esportivas. O candidato também defendeu a ampliação do Bolsa Família, permitindo que beneficiários possam ter uma segunda fonte de renda sem perder o auxílio.
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As entrevistas com os candidatos foram concluídas no sábado, com a participação de Augusto Cury. Na semana anterior, passaram pelas sabatinas Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Lula e Flávio Bolsonaro.
Detalhes do levantamento e cenário eleitoral
Esta é a décima pesquisa presidencial realizada pela Quaest em 2024 e a segunda encomendada pelo Grupo Globo neste ciclo. Foram ouvidas 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. O cenário testado inclui o nome de Pablo Marçal, candidato do PRTB, cuja candidatura enfrenta questionamento judicial devido à condenação por inelegibilidade de oito anos relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha de 2024.
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Fonte: triangulodeminas.com.br
O resultado da pesquisa reflete o movimento político diante das sabatinas e o impacto das principais discussões eleitorais, indicando as tendências para o próximo pleito presidencial.
