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    Política

    Campanha +Diálogo +Democracia reforça combate à violência e desinformação nas eleições

    Bianca SilvaPor Bianca Silvaagosto 20, 2026Nenhum comentário3 min de leitura
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    Campanha +Diálogo +Democracia reforça combate à violência e desinformação nas eleições
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    Iniciativa conjunta prioriza respeito e liberdade no processo eleitoral

    Com o objetivo de garantir um ambiente eleitoral pautado no respeito, na igualdade e na liberdade de escolha, a Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) firmou parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) para lançar a campanha “+ Diálogo + democracia“. Voltada para o enfrentamento da violência política de gênero, assédio eleitoral, crimes eleitorais, desinformação e discurso de ódio, a ação disponibiliza orientações para que os eleitores reconheçam e denunciem essas práticas irregulares. Sob o lema “O diálogo constrói o respeito; a democracia garante a sua liberdade”, a campanha será divulgada por meio de redes sociais e materiais gráficos, digitais e audiovisuais.

    Campanha destaca papel institucional e oferece ferramentas para o eleitor

    Raquel Vasconcelos, superintendente de Comunicação Institucional da CMBH, reforça a importância da instituição no cenário eleitoral. Segundo ela, “a Câmara é a mais próxima do cidadão na representação política local, e a parceria com o TRE-MG contribui para uma eleição mais informada, transparente e segura”. A página dedicada à campanha detalha como identificar e agir diante de violência política de gênero, assédio eleitoral, crimes eleitorais, discurso de ódio e desinformação. Cada tema é apresentado em peças publicitárias que incluem QR Codes direcionando para a página de denúncias, facilitando o acesso do eleitor.

    Orientações claras para denúncias e prevenção de irregularidades

    A campanha esclarece o que configura crimes eleitorais, como compra de votos, boca de urna e distribuição irregular de material de campanha, e orienta que denúncias sejam encaminhadas ao Ministério Público Federal. Na questão da violência política de gênero, definida como qualquer ato que obstrua ou dificulte o exercício dos direitos políticos das mulheres, são citadas agressões, importunação sexual, uso de candidatas laranjas, interrupções constantes e exposição de dados pessoais. As denúncias também podem ser feitas ao Ministério Público Federal.

    Leia também: Aliados de Putin Buscam Excluir Partido Anti-Guerra das Eleições Legislativas

    Fonte: soudesaoluis.com.br

    Leia também: Reaproximação Polêmica entre Campagnolo e Carlos Bolsonaro: Oportunidades e Desafios na Política de SC

    Fonte: diariofloripa.com.br

    O assédio moral, outro foco da iniciativa, é caracterizado pela pressão exercida por supervisores em ambientes públicos ou privados para manipular o voto, incluindo ameaças de demissão, promessas condicionadas a resultados eleitorais e punições relacionadas a opiniões divergentes. O Ministério Público do Trabalho dispõe de canal específico para essas denúncias.

    Quanto ao discurso de ódio, a campanha ressalta que o uso do debate político para ofensas, humilhações ou incitação à violência e à discriminação deve ser combatido. Exemplos incluem ataques pessoais, preconceito, hostilidade nas redes sociais e questionamentos às instituições eleitorais. Denúncias podem ser feitas por meio do Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral.

    Por fim, a iniciativa combate a desinformação, apontando tentativas organizadas de manipular eleitores por meio de informações falsas ou distorcidas. O eleitor é orientado a denunciar essas práticas ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral e a consultar a página Fato ou Boato da Justiça Eleitoral para verificar a veracidade das informações.

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    Bianca Silva

    Bianca Silva assina a cobertura de politica no portal Agenda Pública, com atenção aos temas que impactam Brasil, Brasília. Sua biografia editorial será refinada assim que a geração assistida estiver disponível.

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